As Redes Sociais no cenário virtual brasileiro

4, fevereiro, 2010 Andy Sem comentários

Não somente para os profissionais de internet, mas também – e principalmente – para as empresas que buscam competitividade internet afora, ignorar a força das redes sociais é um grande erro. Aqui na UpSide estamos sempre atentos às mudanças da web e, ainda em 2010, estaremos adequando ao nosso mix de serviços uma série de novos serviços que visam potencializar a estratégia digital de nossos clientes justamente através das redes sociais.

Se você ainda não sabe exatamente o que são, e qual a importância que estas redes sociais estão ocupando no cenário virtual brasileiro, assista o video abaixo. Produzido pela paulista Agência Click, nos ajuda a entender a importância deste fenônemo aqui nas terras tupiniquins:

Depois de assistir ao video, não deixe de nos visitar (e nos seguir) no Twitter.

Google e seus critérios

8, janeiro, 2010 Lêo 2 comentários

Em relação a marketing de busca, termos como relevância, conteúdo e links apontados para site são mandamentos, pelo menos quando pensamos “Google”. O detalhe é que novos mandamentos estão para ser incluidos nessa “tábua”.

Google-King

A questão é que nos últimos tempos a maneira como Google exibe os resultados de busca está mudando consideravelmente, e a inclusão de novos atributos como usabilidade, mobilidade e presença em mídias sociais tem tudo para serem os carros chefes nessa próxima era web.

No que diz respeito a blogs, primeiramente uma nova cultura de uso de links precisará ser implementada. A troca reciproca deles não terá praticamente mais peso na classificação, e talvez podem ser considerados de forma negativa dependendo da quantidade.

A maneira como se linka um site agora terá importância, sim. Os links estão sendo interpretados de forma diferente, principalmente com a análise da palavra chave, que se não aparecer no link, não será relevante. Mas isso é algo de bastante preocupação para os blogueiros.

Para quem se preocupa com a posição do seu site nos mecanismos, agora as redes sociais tendem a ter grande importância porque é aí que os comentários, citações e compartilhamento de links ocorrem, e isso indica muito a popularidade de um site. Então, olho nas redes.

Quanto à usabilidade, o design e conteúdo terão um bom grau de prioridade a partir de então, o que na minha opinião sempre deveria ter tido. Será preciso um trabalho ainda maior de análise de como os usuários se comportam navegando no site. Sem entrar muito no assunto “Web Semântica”, é preciso fazer com que o internauta interaja cada vez mais com o seu site, fazendo que ele apareça cada vez mais nas buscas feitas por esse internauta. Sai na frente quem sempre se preocupou com estes pontos em seus projetos.

E em relação a mobilidade, o número de pessoas que acessam a rede pelos seus celulares ou smarts está cada vez maior, provando que a internet realmente se encaminha para ser móvel. A relação com buscas ainda é uma teoria, porém ter o site prontinho para dispositivos móveis não é mais luxo. Não duvido nada de que um dia o Google saiba quais são nossas preferências e me indique o que é útil quando eu estar por ex em Buenos Aires procurando por um hostel.

Muitas mudanças ainda são objetos de estudo e outras já estão implementadas há um bom tempo, mas enfim, é sempre bom estar de olho no grande oráculo, visto que se trata do buscador mais popular no mundo e sendo assim, o som que ele tocar, a gente dança com maior prazer.

Ah, então você é “designer”…

5, janeiro, 2010 Andy 4 comentários

Trabalhar com Design Gráfico e/ou Web ainda é um trabalho mitológico, e uma profissão um tanto quanto mal interpretada. Funciona mais ou menos assim ó:

fluxograma-do-design

Um post descontraído para comemorar o Ano-Novo e desejar a todos os nossos clientes, fornecedores, amigos e colaboradores um 2010 ainda melhor do que foi 2009. Em breve, novidades!

Via @NumClique.

Web Standards – Mais um diferencial da UpSide

26, novembro, 2009 Odo 1 comentário

W3C Approved

Segundo a Wikipedia, Web Standards pode ser traduzido como “Normas para Web” e tem por finalidade a padronização e a criação de uma “Web universal”.

Teoricamente é isso, mas que fique bem claro que não somente isso. Na prática, a utilização e o respeito aos padrões web instituídos pela W3C pode ser usado para separar o joio do trigo, os homens dos meninos ou simplesmente os profissionais dos micreiros.

Desenvolver sites engessados dentro de tabelas é uma prática inaceitável para um bom desenvolvedor. Afinal, todos deviam saber que tabelas, como o próprio termo diz, são usadas exclusivamente para expressar dados tabulados e não para servir como molde de um site inteiro. Além de ser antiquado, isso torna o site mais pesado e dificulta a assessibilidade aos dados, requisito básico de qualquer projeto web.

É premissa básica que a exibição de um site seja a mesma indiferente do browser utilizado pelo usuário que o acessa, e nesse processo vários testes de compatibilidade precisam ser feitos e muitas vezes refeitos para corrigir os corriqueiros bugs principalmente no IE6 e IE7, mas também no Chrome, Mozilla e Safari.

A Upside, sempre atenta às tendências do mercado web, vem trabalhando no desenvolvimento de projetos web standards a mais de três anos, quando o termo web 2.0 ainda era novidade por essas bandas. Então, na hora de escolher uma agência para desenvolver e gerenciar seu site, não leve em conta apenas o fator preço ou prazo de entrega, considere o comprometimento com os objetivos de sua empresa e a experiência de uma equipe qualificada e focada em oferecer a melhor solução para o seu projeto.

Para saber se seu site atende às exigências do W3C, visite o W3C Validator

Tendências de uma década

19, novembro, 2009 Lêo 2 comentários

Dando uma olhada nos meus feeds, li uma ótima matéria Top Internet Trends of 2000-2009: Democratization of News Media no ReadWriteWeb, blog que acompanho semanalmente e que me inspirou a repassar a idéia por aqui.

Estamos chegando quase ao fim de uma decada de grandes mudanças, principalmente para empresas e pessoas influenciadas pela internet, e analisando o formato de grande midia que hoje ela se caracteriza, podemos apontar três grandes tendências que a levaram a este patamar.

Blogs

bloggerChacoalharam as estruturas das midias impressas.

Os primeiros posts começaram nos anos 90, mais no estilo diário online e um dos primeiros serviços mais populares foi o blogger.com, que foi adquirido pela Google em 2003. Somente após isso o formato começou a ter mais cara de News, e assim, até hoje continuam desafiando os Jornais tradicionais.

RSS

rss_icon_bigOutra parte significante da democratização da midia foi o RSS, se analisarmos os blogs como uma também.

Basicamente, O RSS permitiu ao internauta gerenciar as novidades de blogs e outras publicações através de um único canal (os agregadores RSS).

Os Blogs foram os primeiros a utilizar, mas as “grandes midias” aderiram ao mesmo apartir de 2005. Hoje é raro ver um website de notícias não utilizar, sendo um New York Times ou um blog qualquer.

É uma pena não ser um serviço tão mainstream entre os usuários comuns, mesmo já passada a febre, pois é indispensável para quem tem interesse em várias fontes de leitura na web.

Twitter e a Web em tempo real (Real-Time Web)

twitter_birdA grande sacada em se tratando de midia de notícias no final da decada com certeza é o Twitter.

Não apenas confronta a midia tradicional, mas os blogs também. Agora qualquer um, pode facilmente publicar 140 caracteres na web, sendo escritor ou não. E pode se tornar um furo de reportagem e salvação para muitos veiculos de notícias em tempos conturbados, visto o nosso glorioso apagão de alguns dias atrás.

E a próxima decada?

Quando se fala na midia mainstream “morrendo” por causa dos blogs, ainda precisamos ter em mente o que o poder de uma grande marca representa. Citando alguns gringos como Washington Post, Wall St Journal, New York Times – são marcas poderosas e ainda alcançam uma maior audiencia do que a vasta maioria de blogs.

O grande desafio delas, é claro, reduzir seus custos drasticamente, porque hoje muito poucas pessoas estão aptas a pagar por informação – notícias ou conteúdo em geral.

No entanto, se compararmos com a indústria da música, os veículos de midia tradicional não estão com tanto perigo de extinção. O que sempre haverá, será uma necessidade da informação ser questionada e analisada. Os melhores da próxima década farão isso e terão sucesso, os que não o fizer, correm sério risco de “morrer”.

Fonte:  http://www.readwriteweb.com